O nada é chão do eterno;
o ser, gérmen do nada;
a vida é flor do ser;
o homem, pomo da vida.
O poeta é bicho de fruta caída no chão do eterno nada.
O nada é chão do eterno;
o ser, gérmen do nada;
a vida é flor do ser;
o homem, pomo da vida.
O poeta é bicho de fruta caída no chão do eterno nada.
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